
Só há duas coisa infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas quanto à primeira não tenho a certeza! Albert Einstein
terça-feira, julho 15, 2008
sexta-feira, julho 11, 2008
Um País Maravilhoso!
O défice está abaixo dos 3%;
A taxa de desemprego está abaixo da média europeia;
Os alunos do ensino secundário aumentaram o seu quociente de inteligência exponencialmente no espaço de um ano;
A corrupção na economia e no desporto são praticamente inexistentes, pois não existem condenados pela Justiça portuguesa (excepto o Vale e Azevedo);
O Porto, o Sporting e o Benfica ultimam as contratações para o novo ano futebolístico;
Carlos Queirós regressou à selecção nacional de futebol.
Enfim, o país vive uma situação de plena harmonia económica e social e tudo corre bem, sem percalços significativos.
Ah, entretanto dizem que houve uma “rixazita” para os lados de Loures.
E dizem também que Portugal continua a ser o país com maiores desigualdades económicas e sociais na União Europeia.
Mas essas são, certamente, insinuações perpetradas por pessimistas e por “Velhos do Restelo”.
Sem Crédito
Finanças recusam crédito à Defesa.O Ministério das Finanças recusou dar ao Ministério da Defesa um adiantamento de 10 milhões para pagar o complemento de pensões dos militares das Forças Armadas até ao final deste ano. Para obter esta verba, destinada a reforçar o Fundo de Pensões, o ministério de Nuno Severiano Teixeira deu como garantia financeira um terreno militar localizado no Barreiro, mas a equipa de Teixeira dos Santos recusou a proposta. (…)
António Sérgio Azenha, Correio da Manhã On-line, Sexta-feira, 11 de Julho de 2008 - 11:25
Ou seja, para pagar aos seus elementos, as FA’s já têm de “vender os anéis”.
quarta-feira, julho 09, 2008
É Fartar Vilanagem! 2

O ministro das Finanças admite mandar investigar como é que a redução do IVA tem sido aplicada. No Parlamento, Teixeira dos Santos respondeu a dúvidas levantadas pelo PCP.
O Governo diz que o caso da redução do IVA vai ser investigado, uma garantia dada pelo ministro das Finanças confrontado pelo PCP.
De facturas na mão, o deputado do PCP, Honório Novo, mostrou como a baixa do IVA ainda não tem reflexo no bolso de quem compra, por exemplo, uma garrafa de gás butano.
«Tenho aqui duas facturas da mesma empresa Galp, uma do final de Junho com taxa de IVA de 21 por cento, cujo preço final ao cliente é de 20,25 euros; outra do início de Julho, taxa de IVA de 20 por cento, preço final de 20,25 euros, ou seja, o mesmo», exemplificou.
No entender de Honório Novo, tal corresponde a «uma verdadeira burla».
Na resposta, Teixeira dos Santos disse agradecer a atenção para com a situação, sublinhando que «vão ser pedidas explicações para o facto ilustrado».
No Parlamento, Teixeira dos Santos ouviu ainda a oposição acusar o Governo de ter «acordado tarde» para a crise, ao mesmo tempo que sublinhou o peso dos sucessivos aumentos das taxas de juro.
Sem se comprometer, o ministro deixou, no entanto, antever que os líderes europeus possam reponderar o mandato do BCE.
Sobre o caso denunciado pelo PCP, a TSF pediu à Galp que garante que, em função da descida do IVA, o preço de uma botija de gás butano caiu 15 cêntimos.
A Galp explica que um erro informático foi responsável pelas facturas apresentadas pelo PCP.
TSF Online, 09-07-08, 14:59H.
ERRO QUÊ???
Parafraseando os “Gato Fedorento”, “Era apanhá-los. Bandidos!”
Evolução Tecnológica e Ambiental
Memorando entre Governo e Renault- Nissan.Sócrates: automóveis eléctricos irão pagar apenas 30 por cento do imposto automóvel.
O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje que o Governo está a estudar um modelo fiscal para permitir que os futuros carros eléctricos, sem emissões poluentes, possam pagar 30 por cento do actual imposto automóvel.
O anúncio de Sócrates foi feito na cerimónia de assinatura de um memorando entre o Governo e a Renault-Nissan para a comercialização em Portugal de um veículo eléctrico a partir de 2011.
09.07.2008 - 12h20 Lusa, PÚBLICO Online
Neste particular parece que estamos no bom caminho.
terça-feira, julho 08, 2008
segunda-feira, julho 07, 2008
Geração Prozac
Medicação. A revista Time lançou o debate. Os anti depressivos instalaram-se entre os militares. Em Portugal a polícia usa-os. A arma-comprimido pode ser perigosa
Por Hélder Beja.
Há uma nova arma entre as tropas norte-americanas que combatem no Iraque e Afeganistão. É minúscula, poderosa e, apesar de não ser cortante, funciona, por assim dizer, como uma faca de dois gumes: ajuda o militar a recuperar anímicamente e a manter a calma, mas pode também virar-se contra ele: dos 115 militares dos Estados Unidos da América (EUA) que cometeram suicídio em 2007, 40 por cento tomavam anti depressivos.
Em Junho, o artigo de capa da revista Time lançou a discussão sobre a natureza bipolar de fármacos como o Prozac. O artigo, assinado pelo jornalista Mark Thompson, dizia que «pela primeira vez na história, um número considerável de tropas em combate está a tomar doses diárias de anti depressivos».
Os medicamentos têm «não apenas o propósito de ajudar as tropas a manter a calma, mas também de permitir ao exército preservar o seu recurso mais precioso: as linhas da frente».
O Prozac foi «admitido» nas forças armadas norte-americanas em 1987 mas foi já no final da década de 1990, e especialmente desde o começo do conflito no Iraque (2003), que o seu uso por tropas em combate se generalizou.
Em Portugal, as polícias? Tanto as que estão em missão no estrangeiro como as que estão em território nacional? Também recorrem a fármacos. «Os anti depressivos são uma ferramenta como as outras que, em certos casos, pode e deve ser usada», diz ao SEXTA a psicóloga do Sindicato de Profissionais da Polícia, Sandra Sofia Coelho. De acordo com a especialista, «tem havido cada vez mais pedidos de consultas por parte de jovens agentes». Em muitos casos «consegue evitar-se o recurso a fármacos», noutros «a consulta psiquiátrica, a medicação e o desarmamento» é a solução.
Já o Gabinete do Chefe do Estado-Maior do Exército garante que as tropas lusas não recorrem a anti depressivos durante as missões. «As nossas tropas não usam nada disso», reitera o capitão Siborro Alves, relações públicas.
«Não adoptámos esses medicamentos. Antes de uma missão, os nossos psicólogos avaliam os militares e quem não estiver apto não vai. O acompanhamento é contínuo durante a missão», acrescenta o capitão. Acompanhamento que não andará certamente próximo do prestado aos 30 mil militares norte-americanos no Iraque e Afeganistão, através de 200 especialistas em saúde mental.
Tropas portuguesas pacíficas.
As situações vividas por militares portugueses e norte-americanos em missão são, na maior parte das vezes, distintas. Como refere ao SEXTA o general Loureiro dos Santos (ver entrevista nestas páginas), nas mais recentes missões portuguesas «a tensão tem sido moderada».
«Da última vez estive destacado perto de Díli, em Timor, numa missão das Nações Unidas. E claro que há várias situações de perigo iminente em países que estão a cimentar jovens democracias», refere ao SEXTA um agente da Polícia de Segurança Pública que prefere manter o anonimato. Mas o principal objectivo é o da «manutenção da ordem e da paz» e raramente há registo de baixas, acrescenta.
Diferente é a situação das tropas norte-americanas. O relatório citado pela Time, referente a 2006, mostra bem a violência mental a que têm sido sujeitas: dois terços dos militares inquiridos conheciam pelo menos um outro que tivesse sido morto ou capturado. E apenas 15 por cento desses homens tinha a certeza de que o seu camarada teria morto algum inimigo em combate.
«Uma bomba enorme rebentou com a cabeça do meu amigo a menos de 50 metros de mim.» Relatos como este, reproduzidos no artigo, não se encontram entre os militares lusos? O exemplo mais próximo será o da Guerra Colonial. Nos palcos onde operam os EUA, a violência aliou-se à impotência e fomentou o surgimento de distúrbios mentais. O recurso a fármacos foi consequência natural: em 2007, 12 por cento das tropas de combate no Iraque e 17 por cento das presentes no Afeganistão estavam sob o efeito de anti depressivos ou comprimidos para dormir. E, diz a Time, a estatística subestima a realidade.
O mea culpa da sociedade
O uso militar de anti depressivos reflecte o seu crescente uso por parte da população civil. Nos EUA, em 2004, foram passados 147 milhões de receitas.
Em Portugal, a venda de Prozac e afins também voltou a subir em 2006, depois de uma ligeira queda em anos anteriores. De acordo com dados do Infarmed divulgados em Fevereiro, comercializaram-se mais de seis milhões de embalagens de anti depressivos. As despesas com estes medicamentos rondaram os 158,5 milhões de euros.
Especialistas ouvidos pela Time desconfiam do uso deste fármaco em cenários de guerra. Principalmente por militares integrados em missões consecutivas, como é o caso. O comprimido pode apaziguar distúrbios mentais mas, acredita-se, também pode inflamá-los. São os perigos da nova arma branca.
Sexta – Abola – Público Online, 07-07-08.
sexta-feira, julho 04, 2008
Águas Turvas

Relatório denuncia gastos exagerados com viaturas de serviço e prémios de incentivo
JN Online 04-07-08 Reis Pinto
"Situação económico-financeira débil" e gastos de 4,8 milhões de euros com viaturas de serviço e prémios de incentivo. O Tribunal de Contas não poupa o grupo Águas de Portugal e recomenda a "imediata reestruturação".
O Tribunal de Contas, num relatório em que analisa a actividade da holding entre 2003 e 2006, e ontem divulgado, aponta como causas da má situação económico-financeira a internacionalização do grupo, que se traduziu num "falhanço empresarial" e "a excessiva fragmentação do sector", por via da criação de "demasiadas unidades empresariais", algumas das quais "não estão a conseguir ser auto-sustentáveis".
O documento destaca que apenas três empresas do grupo (EPAL, a Águas do Douro e Paiva e a Sanest - Saneamento da Costa do Estoril) apresentaram lucros e é particularmente crítico com a internacionalização, que se traduziu no acumular de resultados negativos.
"O AdP foi utilizado como instrumento da política externa do Governo português, tendo sido incentivada a sua expansão pelos mercados onde o Governo desenvolvia acções de cooperação. Esta decisão teve fortes impactos negativos para o grupo empresarial", refere o Tribunal de Contas.
Apesar dos "resultados operacionais negativos" de 75,5 milhões de euros entre 2004 e 2006 foram atribuídos, naquele período, prémios de incentivo no valor de 2,3 milhões de euros. O TC realça que "a política de atribuição dos prémios não está assente num sistema indubitavelmente claro e transparente, nem está associado à concretização de objectivos, já que no grupo não existe avaliação de desempenho por objectivos, orientado para resultados".
O Tribunal de Contas sublinhou, igualmente, que as empresas do grupo atribuem viaturas de serviço, com plafond de combustível, a administradores e a alguns funcionários. No período em análise, e nas sete empresas consideradas no relatório, foram gastos 2,5 milhões de euro, 478 mil dos quais respeitantes a combustível. (...)
Que dizer mais deste país?
É incrível! Este tipo de notícias nunca mais têm fim neste país (ou equívoco com 861 anos de existência).
É por isto e por outras situações complicadas e sem explicação para os cidadãos como esta, que o país não sai do atrofio económico e social em que se encontra.
E depois a culpa é da conjuntura internacional, não é do ROUBO constante, vil e atroz que estas sanguessugas políticas e económicas não param de praticar no país!
E quem vai pagar mais um desfalque como este ao erário nacional? O contribuinte – através do Orçamento do Estado ou dos impostos, ou o consumidor – através do aumento das tarifas de consumo de água, ou ambos através das duas medidas.
Esquerda? Direita? Já não me interessa nada disso. O que me interessa é que está um conjunto de gente há tempo a mais no poder, que não param de sorver a riqueza nacional em favor próprio ou de grupos económicos ou de alguns partidos, qual CANCRO sorve um qualquer organismo biológico vivo.
Mas os (alguns) Cancros também se removem!
As eleições são já em 2009!
quarta-feira, julho 02, 2008
Solidariedade Lusa!
A comunidade portuguesa do estado de Nova Iorque angariou 110 mil dólares (70 mil euros) para Pedro Santos, o menino que viajou de Braga aos Estados Unidos à procura da cura para a leucemia num hospital de Long Island
Esta quantia vai ajudar a pagar os cerca de 300 mil dólares (cerca de 190 mil euros) que custa o tratamento, que inclui um transplante de medula no hospital Pediátrico Scheneider.
Segundo Custódio Santos, o pai de Pedro, o tratamento está a «correr bem e lá para Agosto deve ser feito o transplante, pois já foi encontrado um dador compatível». (…)
SOL Online, 4.ª-feira, 2 Julho de 2008.
Este sim é um “campeonato” bem ganho!
Vivam os portugueses de Nova Iorque e muita felicidade para o Pedro Santos!
terça-feira, julho 01, 2008
Incapacidade!
Menina inglesa desapareceu em Maio do ano passado no AlgarveCaso Maddie: Polícia Judiciária encerra relatório da investigação
Os investigadores da Polícia Judiciária deram por terminado o inquérito ao caso Maddie, menina inglesa que desapareceu a 3 de Maio do ano passado no Algarve, sem apontar culpados. Depois de 14 meses, o caso poderá ser arquivado.
Clix - 01.07.2008 - 08h32 PUBLICO.PT
Pronto! Agora é assumido. Fomos incapazes!


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