domingo, outubro 19, 2008

RUMORES

"Senhor Comandante cumpra connosco também!"


(...) Com o respeito devido ao Presidente da República - que é, também, o Comandante Supremo das Forças Armadas - Lima Coelho, da Associação Nacional de Sargentos, lembrou que "continuam por cumprir dezenas de diplomas legais respeitantes aos militares, o que, constituindo um verdadeiro atentado à Democracia, provocou o acumular de uma dívida crescente à família militar, já superior a mil milhões de euros". (...)
EVA CABRAL DN Online 18-10-08

sábado, outubro 18, 2008

DOS FRACOS NÃO REZA A HISTÓRIA!

Governo reduz pensões de antigos combatentes


João Pedro Henriques DN Online 18/10/08
Um documento oficial do Governo, ontem omitido pelo Executivo num debate parlamentar, afirma que 256 mil antigos combatentes da Guerra Colonial irão ver os seus complementos de pensão reduzidos.
A oposição criticou duramente a proposta. "Uma vergonha", disse o deputado Henrique Freitas (PSD). "Há ironias. Ontem discutimos 20 mil milhões para salvar os bancos. Hoje estamos a discutir três milhões de euros poupados à custa de antigos combatentes."


Militares protestam hoje em Lisboa contra reformas no sector

18.10.2008 - 08h57 Lusa - Público Online
A Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), a Associação Nacional de Sargentos (ANS) e a Associação de Praças da Armada (APA) realizam hoje em Lisboa um encontro nacional "Pela Dignificação da Família Militar".
O protesto visa contestar os atrasos no pagamento das comparticipações de tratamentos médicos e de medicamentos, a falta de progressão de carreiras e a dívida à família militar, que segundo as associações já é superior a "mil milhões de euros".
Em conferência de imprensa realizada na quarta-feira, o presidente da ANS, António Lima Coelho, referiu que o Orçamento de Estado de 2009 prevê uma "redução em 30 por cento dos encargos com a Saúde" dos militares e "não contempla verbas" destinadas a "suprir a dívida", que inclui montantes relativos ao complemento de pensão de reforma, pagamentos a antigos combatentes, suplementos de reinserção e de residência.
De acordo com Lima Coelho, os militares vivem num clima de "enorme intranquilidade, mal-estar generalizado", o que poderá "afectar, de forma grave, a coesão das Forças Armadas".
A concentração está marcada para as 15h00, no Rossio, em Lisboa.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1346549&idCanal=30
http://dn.sapo.pt/2008/10/18/nacional/governo_reduz_pensoes_antigos_combat.html

terça-feira, outubro 14, 2008

A VERDADE!

Este senhor (Medina Carreira) anda a "pregar aos peixes" há uma data de anos e os "senhores da política" não fazem o que ele diz porque têm "clientelas" para satisfazer.

Não fazer o que ele diz significa atrasasarmo-nos cada vez mais em relação aos paises europeus mais desenvolvidos.

Mas quem vota são os portugueses e como diz o ditado popular: "Cada um deita-se na cama que faz!".

segunda-feira, outubro 13, 2008

MUDAM-SE OS TEMPOS, MUDAM-SE AS OPINIÕES!

video

Jean-Bedel Bokassa

Militar e ditador da República Centro-Africana nascido em 1921 e falecido em 1996. Como oficial do exército francês, combateu na Guerra da Indochina, onde se destacou. Após a independência do seu país, tornou-se o comandante das Forças Armadas. Em 1966 derrubou o presidente David Backo e instituiu um regime de repressão e violência que durou até 1979. Em 1977 proclamou-se imperador. Forçado a exilar-se, Bokassa regressou ao país em 1986, sendo condenado à morte por homicídio mas libertado em 1993.

Jean-Bedel Bokassa. In Diciopédia X [DVD-ROM]. Porto : Porto Editora, 2006. ISBN: 978-972-0-65262-1

SAVED BY THE BELL!

segunda-feira, outubro 06, 2008

DEFESA VIRTUAL


Resposta à manchete do Correio da Manhã.
Defesa: Ministério garante que pagamento de salários não está em causa
O Ministério da Defesa garantiu hoje que "não está nem nunca esteve em causa" o pagamento dos salários nas Forças Armadas, em resposta à manchete do Correio da Manhã, que adianta não existir dinheiro para os ordenados.
(…) Para esta "ruptura financeira" terá contribuído, segundo o jornal, a "desorçamentação em 2008, uma medida que o Ministério das Finanças usa para controlar as despesas nas Forças Armadas".
Lusa, In Público 06.10.08


Cavaco Silva e António Guterres nunca souberam o que fazer com as Forças Armadas Portuguesas; José Sócrates continua no mesmo caminho. Para estes políticos a expectativa reside na integração das nossas FA’s numas futuras FA’s da Europa ou EUROFORCE, “sacudindo” dessa forma um assunto para o qual não têm vocação nem estão minimamente interessados em gerir.
Entretanto vamos fingindo que temos FA’s modernas!

domingo, outubro 05, 2008

5 de Outubro de 1910 - Uma Nova Bandeira


O Significado da Bandeira Nacional:
A bandeira tem um significado muito mais obscuro que o tradicionalmente aceite. Dizia-se durante o Estado Novo, o regime Nacionalista e autoritário que governou o País de 1933 até 1974, que o verde representava as florestas de Portugal e que o vermelho representava o sangue dos que tinham morrido ao serviço da Nação. Esta definição das cores é hoje aceite com variações, no entanto o significado original é muito mais obscuro. As cores da bandeira derivam da do Partido Republicano Português (PRP): o vermelho é uma das cores tradicionais do Federalismo Ibérico, uma ideologia Socialista Republicana muito comum no início do século XX e que defendia a união política entre Portugal e Espanha; o verde era a cor que, segundo Auguste Comte, teórico do positivismo (doutrina filosófica muito cara aos mentores do PRP, designadamente Teófilo Braga), convinha aos homens do futuro, isto é, aos positivistas.
No seu centro, acha-se o escudo de armas portuguesas (um desenvolvimento da antiga bandeira dos reis), sobreposto a uma esfera armilar (a qual veio substituir a coroa da velha Bandeira da Monarquia Constitucional), que representava o Império Colonial Português e as descobertas feitas por Portugal.

Bandeira da República Portuguesa, In Símbolos Portugueses, em: http://www.simbolosportugueses.com

Republicação - Generais Frouxos

Há uma passagem no discurso em que o orador afirma que "os que podem fazer alguma coisa (Generais), não o fazem porque recebem Gratificações Chorudas".

É a grande verdade: No Brasil e em Portugal, a realidade é a mesma!