terça-feira, fevereiro 22, 2011

FUNERAL SIC


A SIC Notícias decidiu suspender o programa Plano Inclinado em que Mário Crespo contava com o comentador da estação Medina Carreira para debater a situação económica do país. O canal não avança nada em concreto sobre o futuro do programa, que ia para o ar ao sábado à noite.
“Estamos a ponderar uma nova estratégia para o programa, como já aconteceu noutras situações. Estamos a pensar o que queremos para o programa no futuro”, disse ao PÚBLICO António José Teixeira, director do canal.
Para o responsável a suspensão do programa faz parte de "uma estratégia de renovação”. Teixeira não diz se o programa volta. “Mas não há nenhum programa novo para aquele lugar de grelha”, confirma.
Plano Inclinado estreou em Novembro de 2009.


Os meus pêsames à direcção da SIC Notícias!
A partir de agora, na SIC notícias, só vejo o Jornal das Nove. Isto se não acabar também!

4 comentários:

Júlio disse...

Logo agora que estávamos a gostar tanto...

Mário Crespo justifica assim a "suspensão" do programa Plano Inclinado: "Não é a primeira vez. Também interrompemos no Natal".

Prova provada de que, como diz a canção, "Natal é quando um homem qui...ser". Isto, claro, para quem acredita no Pai Natal...

Publicado por João Magalhães em 22.2.11 NO BLOGUE CÃMARA CORPORATIVA

O que me começa a fazer confusão é como que sendo o PM o crápula que todos os Crespos, Medinas e Cª já provaram ser, os espetáculos verdadeiramente dignificantes de porrada despudorada em quem foi eleito por duas vezes consecutivas pelos Portugueses para Primeiro Ministro, não venda bilhetes suficientes para se manter.

Abraço Rui

SEVE disse...

Medina Carreira para debater a situação económica do país.

Bolas.....este Medinho Carreira é um autêntico funeral, ouvi-lo é pior ainda que ouvir um Telejornal.....é de caixão à cova...com otimistas como ele é que já estávamos enterrados há que séculos....

Júlio disse...

Vacinem-se

A raiva é uma das principais emoções que moldam o espaço político. E ela tem sempre o mesmo significado: impotência. É o momento em que o adversário se transforma em inimigo, passando a valer tudo menos o respeito pela sua legítima e bondosa diferença. Nesse sentido, a falta de controlo emocional é antidemocrática, pois a democracia depende da racionalidade discursiva para ser eficaz e eficiente. A democracia precisa da retórica para sobreviver, é a sua língua – sendo a Lei o seu corpo. A retórica é neutra, qual talher ou bisturi. Podemos comer, podemos tratar, podemos ferir, podemos matar com os mesmos instrumentos. E a mesma mão que os segura.

Em todas as democracias encontramos expressões de raiva. É endógena à oposição. E serve de critério para reconhecer agentes políticos em combate. Por exemplo, um jornalista. Formalmente, pode estar a representar o suposto papel de mediador e divulgador, simulando ser parte do processo de comunicação entre a realidade noticiável e a audiência. Porém, as manifestações de raiva, bastas vezes em modo de sarcasmo, dão conta da sua militância e disfunção deontológica.

PCP e o BE rangem os dentes em fúria contra todo o sistema político e económico que lhes frustra a utopia. E PSD e CDS enchem o peito de ódio contra o PS que lhes frustra a ida ao pote. O resultado viu-se em Setembro de 2009 e ver-se-á em todas as eleições seguintes, com ou sem Sócrates. Porquê? Porque a maior parte do eleitorado que gera riqueza sabe que é pobreza social o que nasce da pobreza intelectual.

Valupi no "Aspirina B"

Anónimo disse...

Com 3 letrinhas apenas se escrevem as propostas de M. Carreira: FMI
NÃO OBRIGADO.

xl