sexta-feira, março 28, 2008

Comentário

27.03.2008 - 22h04 - Anónimo, EUA
Eu sou professor nos EUA. Em caso nenhum tocaria num aluno ou em algo que pertence a um aluno sem pedir autorização a esse aluno. Quando o TM toca, eu digo ao aluno que não é permitido ter TM na sala de aula. Se o aluno não desligasse o TM eu nunca, mas em caso algum, tiraria o TM do aluno. Porquê? Porque um aluno que quebra uma regra pode quebrar outras, o que significa que se tiver uma arma me pode dar um tiro. Quantos alunos têm armas de fogo nas salas de aula? Eu não sei o total, mas sei que são muitos. Actualmente existe discussão nos parlamentos de 13 Estados de propostas de lei que permitem os alunos ter armas de fogo nas salas de aulas de universidades. Com armas na sala de aula não são recomendáveis actuações como a desta professora. Eu chamava a segurança. Se não houvesse segurança terminava a aula. Termino dizendo que nunca vi ou ouvi falar de uma aluna tão malcriada como esta nos EUA. Portugal está a ficar rasca!

Comentário à notícia sobre o caso, no Público Online em: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1323891&idCanal=74

3 comentários:

disse...

apenas um comentário breve : será que no Liceu em causa era permitido o uso do telemóvel na sala de aulas ?
Parece que não.
Naquele dia,( e nada justifica o comportamento da aluna, que deve e já foi punida, e muito bem ), não foi a professora que autorizou o uso do telemóvel na sala de aula para ouvir música ?
Se isto é verdade , a professora não cumpriu o que a escola regulamentou, e assim sendo, é como o outro : " dei-lhe um dedo e pegou logo no braço "...

Anónimo disse...

Erraram ambas,
a professora, não devia ter tirado um bem que não lhe pertencia, a aluna não devia ter maltratado a
professora.
A minha opinião, é que foi muito bom.....
aquele aluno ter filmado para nós sabermos como andam as nossas escolas.E o resto ..... os professores com medo dos alunos..
bela

Anónimo disse...

Portugal está a ficar rasca, mas os EUA não são exemplo para ninguém.

A multiplicação de incidentes violentos registados nas escolas dos Estados Unidos nos últimos tempos preocupa cada vez mais os americanos. Durante o ano lectivo de 1999-2000, nove jovens perderam a vida em tiroteios ocorridos no interior de estabelecimentos de ensino. No ano anterior - célebre pelo drama de Littleton, onde doze alunos e um professor perderam a vida, 23 alunos morreram nas mesmas circunstâncias e 35 durante o ano de 1997-1998. O "record" pertence ao ano de 1992-1993 com 43 mortes.
O último tiroteio ocorrido em Santee, na Califórnia, que deixou dois mortos e 13 feridos num liceu, causou mais uma onda de choque. O aparecimento nas telas de televisão de todo o país do autor deste tiroteio, um adolescente de 15 anos de rosto angelical, reforçou a sensação de perplexidade da população sobre as motivações de um estudante-assassino. "





Em Portugal o problema da violência escolar está longe de atingir as proporções vividas noutros países. O país só agora começa a tomar consciência de uma realidade há muito sentida noutras latitudes, mas não parece saber dar uma resposta concreta.


Retirado de: http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=1367

http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=1367

xico