sábado, junho 30, 2007

79 - Nacional Socialismo

O Nazismo ou o Nacional Socialismo (termo vindo do alemão Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães ou ainda, NSDAP) designa a política da ditadura que governou a Alemanha de 1933 a 1945, o Terceiro Reich. O nazismo é frequentemente associado ao fascismo, embora os nazistas dissessem praticar uma forma nacionalista e totalitária de socialismo (oposta ao socialismo internacional marxista).
A generalidade da esquerda rejeita que o nazismo tenha sido de facto socialista, apontando para a existência, ainda antes da tomada do poder por Hitler, de uma resistência comunista e socialista ao nazismo, para o carácter internacionalista e fraterno do socialismo, totalmente oposto à teoria e prática nazista, e a manutenção, pelos nazistas, de toda a estrutura capitalista da economia alemã, limitada apenas pelas condicionantes de uma economia de guerra e pela abordagem àquilo a que os nazistas chamavam o "problema judeu". Porém esta questão é controversa e alguns na direita e extrema-direita, chegando por vezes até ao centro referem-se ao nazismo como uma forma de socialismo, apontando para o nome, para alguma da retórica nazista e para a estatização da sociedade como provas. Mises argumenta, por exemplo: "O governo diz a estes supostos empreendedores o que e como produzir, a quais preços e de quem comprar, a quais preços e de quem vender... A autoridade, não os consumidores, direcciona a produção... todos os cidadãos não são nada mais que funcionários públicos. Isto é socialismo com a aparência externa de capitalismo." (...)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, junho 29, 2007

78 - Uns e Outros

Dados do Eurostat
Poder de compra dos portugueses é 25 por cento inferior à média da União Europeia


Os portugueses têm um poder de compra 25 por cento inferior à média da União Europeia, de acordo com as estimativas preliminares referentes a 2006 divulgadas pelo Eurostat, o órgão estatístico da União Europeia.
Portugal surge, assim, como 12º segundo país com um poder de compra por habitante mais baixo e foi este ano ultrapassado por Malta.
29.06.2007 - 12h18 PÚBLICO


Mas se se comparar o vencimento do Governador do Banco de Portugal com o do seu homólogo dos EUA, fica-se com a ideia de que o poder de compra dos portugueses é 25% superior ao dos norte-americanos!

77 - Fado Brasileiro

Favelas do Rio de Janeiro vivem situação de guerra: 1800 mortos em 4 meses

Entre 2002 e 2006, foram assassinados no Médio Oriente 729 menores. No mesmo período, foram assassinados no Rio de Janeiro 1857 jovens. É a guerra.

40.000 é o número de pessoas assassinadas no Rio de Janeiro por ano. Uma situação pior que muitos palcos de guerra efectiva.

Público, 29.06.2007, Nuno Amaral, Rio de Janeiro

terça-feira, junho 26, 2007

76 - Testes "à Americana"

Estimativa avançada pela Comissão Europeia
Aplicação da flexi-segurança em Portugal custaria 4200 milhões de euros por ano
26.06.2007 - 10h34 Lusa

É invenção dos Norte-americanos, um tipo de teste em que, para facilitar a rapidez de execução e de correcção, é constituído por uma “bateria” de perguntas com respostas, em que o executor do teste tem de assinalar com uma cruz a resposta que considera correcta. Este tipo de teste tem como vantagem o facto de apresentar as respostas e como desvantagem o facto de que, a cada resposta errada é atribuído um desconto na nota final. Em Portugal, depressa se adoptou este tipo de teste mas, como somos muito mais inteligentes que os americanos, apenas contam as respostas correctas para atribuição da nota final. E assim inventámos o “teste à portuguesa”.

Se adoptarmos o sistema de “Segurança Social” denominado “flexi-segurança”, adoptaremos a componente que irá permitir o despedimento sem justa causa e apostar-se-á um pouco mais na formação, mas no que toca à componente financeira de apoio aos desempregados, ir-se-ão protelando os pagamentos pelo facto de o país não ter dinheiro para esse tipo de “regalias”. Seremos então os precursores da futura denominada “flexi-segurança-à-portuguesa”.

75 - Cultura

Sócrates: "País fica mais rico" com Colecção Berardo

"Com este museu, o país fica mais rico e Lisboa uma cidade melhor. Antes, o roteiro da arte contemporânea acabava em Madrid. A partir de hoje, começa aqui", considerou o primeiro-ministro.
É sem dúvida uma boa parceria público/privado, no campo da cultura. Parece que neste caso o primeiro-ministro interveio a tempo, antes que a ministra da cultura "borrasse a pintura".

sexta-feira, junho 22, 2007

74 - Tudo Boa Gente


Processo "Apito Dourado"
Pinto da Costa acusado pela terceira vez

Depois dos casos do Estrela da Amadora e Beira-Mar, presidente do FC Porto acusado no jogo Nacional-Benfica da época 2003/2004.

Mas porque é que se insiste nesta “cabala” organizada contra uma pessoa idónea, que até foi condecorada pelo ex-Presidente da República Portuguesa, Dr. Jorge Sampaio?
O “padre da freguesia das Antas” é um santo, “carago”!

73 - Vigilância Preventiva

O sistema de vídeo-vigilância vai ser generalizado a todas as escolas no próximo ano lectivo, garantiu hoje a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, em entrevista à Antena 1.

Perante o estado a que chegou a indisciplina dentro e fora das salas de aula e perante o estado a que chegou a insegurança nas escolas e zonas limítrofes, esta é sem dúvida, uma boa medida.

72 - Liberdade de Expressão

UnI: Bloguer não acredita na queixa de José Sócrates


O bloguer António Balbino Caldeira, contra quem José Sócrates alegadamente apresentou uma queixa-crime pelos textos escritos sobre a sua licenciatura, afirmou esta sexta-feira não querer acreditar que tenha sido o próprio primeiro-ministro a tomar a iniciativa.

Neste momento está a ser aprovada na Assembleia da República uma lei que restringe o acesso dos militares aos Tribunais Administrativos Comuns.
A seguir virá uma lei que restringe o conteúdo a publicar nos blogues da net?

http://agnelo.planetaclix.pt/estilo_socrates.pdf

segunda-feira, junho 18, 2007

segunda-feira, junho 11, 2007

70 - Economia

As exportações portuguesas estão a aumentar (o que é um bom sinal para a economia nacional) e as importações a decrescer, o que favorece a balança comercial nacional.
As exportações aumentam porque estamos a produzir mais mas com tecnologia que permite este aumento de produção sem ser necessário recorrer a mais mão-de-obra.
O desemprego aumenta porque o investimento interno está parado, nomeadamente o público e a construção civil.
As importações decrescem devido à falta de poder de compra dos portugueses, provocada por baixos salários e o aumento do desemprego.
Em suma: o país genericamente está a beneficiar com o aumento das exportações das empresas e com a diminuição do poder de compra dos portugueses.
Esta é a dura realidade da economia!