Só há duas coisa infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas quanto à primeira não tenho a certeza! Albert Einstein
sábado, junho 27, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
(A)FUNDAÇÃO

Acusações de Paulo Rangel. PSD diz que Fundação para as Comunicações Móveis é uma “fundação fantasma”.
24.06.2009 - 17h31 Lusa
Já existe há dez (10) anos a Fundação Portuguesa das Comunicações (subsidiada pelo Estado): http://www.fpc.pt/FPCWeb/homepage.do2 . Agora existe também a Fundação para as Comunicações Móveis (também subsidiada pelo Estado).
Para quando a Fundação Portuguesa para o Enriquecimento Ilícito dos Políticos Portugueses?
Geração SMS - Aprendam!

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a pexoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.
Valáver, o q é q interexa a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto montanhoso? Ou se a ecuaxão é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã? E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os Lesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah. Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentexe, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoxe bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt élivro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver??? O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé.
Nota: Teisto em viado pur ésseémiésse.
terça-feira, junho 23, 2009
domingo, junho 21, 2009
quarta-feira, junho 17, 2009
QUE LAS HAY, HAY!
Buscas na casa de Valentim e Câmara de Gondomar.
JN 17/06/09 16h58m NUNO MIGUEL MAIA
O Departamento de Investigação e Acção Penal do Ministério Público do Porto e a PJ efectuaram buscas numa das residências do Major Valentim Loureiro, no Porto, e à Câmara Municipal de Gondomar.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1264831
Sobrinho de Isaltino deu "falsas declarações".
JN 17/06/09 14h34m
Ministério Público vai iniciar um processo-crime por "falsas declarações" contra o sobrinho de Isaltino Morais depois de, na sessão desta quarta-feira, Leandro Alves não ter conseguido explicar onde terá gasto dinheiro levantado da conta suíça do autarca.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1264741
Buscas na “casa” do “Magalhães”
JN 17/06/09 12h48m
A Polícia Judiciária realizou buscas na sede da empresa J. P. Sá Couto, responsável pela montagem do computador “Magalhães”, distribuído pelo Governo nas escolas.
A empresa de Matosinhos já confirmou que se tratou de uma "mera visita de rotina relacionada com um processo de fraude fiscal".
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1264757
Buscas na Visabeira por suspeita de fraude fiscal.
Operação liderada pelo DCIAP no âmbito de inquérito-crime que nasceu do processo Furacão
JN 17/06/09 01h42m NELSON MORAIS
Cerca de 40 homens varreram, esta terça-feira, as instalações do grupo Visabeira nas zonas de Viseu e Lisboa, à procura de provas da prática de crimes fiscais. A holding é suspeita de ter recorrido a esquemas ilegais para pagar menos IRC e IRS.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1264543
terça-feira, junho 16, 2009
A NOSSA SOMÁLIA
A Somália e os Cretinos Esféricos
Partiu a fragata “Corte Real” – nome de um navegador quase esquecido – para o outro lado do mundo, com pompa e circunstância. Não que ao evento os políticos entendam dar qualquer relevância, mas porque a Armada (“Briosa”), não costuma deixar os seus créditos por mãos alheias. O caso justificava-se: a Corte Real ia juntar-se em Nápoles a outros navios da NATO e embarcaria o Almirante português Pereira da Cunha que passaria a comandar a força. Estávamos a 5 de Março.
A primeira paragem da pequena esquadra deu-se nas águas da Somália/Yémen a fim de combater a pirataria marítima que, sem ainda ninguém ter explicado muito bem porquê, irrompeu por aquela zona. Não tendo um interesse nacional directo na questão, já que a marinha mercante (que montava quase a um milhão de toneladas) desapareceu nos idos de 74/5 do século XX, e a marinha de pesca por via dos cortes catastróficos que Bruxelas tem imposto (outra cretinice), nem lhe passa pela cabeça ir pescar para aquelas bandas, resta a Portugal a solidariedade da Aliança e a visibilidade política (à custa dos militares), para se envolver nesta operação. A operação, diga-se, custa muito dinheiro.
Chegados à zona de operações logo os descendentes contemporâneos do “Barba Roxa” e quejandos, lhes deram que fazer. Numa zona sem lei nem roque, à mistura com estados falhados, miséria, ódios étnicos e fanatismos religiosos, fruto das descolonizações demagógicas e criminosas (e cretinas) que se fizeram, tudo pode acontecer. E a vida não vale grande coisa...
Piratas a bordo
A força comandada pela Corte Real – cuja actuação até hoje nada têm ficado a dever aos seus aliados nem desmerecem dos nossos antepassados mais ilustres – logo se viu envolvida em acções reais. Numa delas uma equipa de marinheiros portugueses capturou uns quantos piratas somalis (ou devemos dizer putativos piratas?) e respectivo armamento, um sucesso, portanto.
A partir daqui corre tudo mal. Inquirido o governo em Lisboa sobre o que fazer com os prisioneiros, este chega à conclusão que a lei portuguesa é omissa relativamente à questão (isto apesar de haver 17 faculdades de Direito no país, centenas de juízes conselheiros com pingues proventos e 90% de deputados terem aquela formação) e manda libertar os detidos. Ignora-se se com alguma palmadinha nas costas e um “desculpa lá, pá”. Sem embargo, ficámos-lhes com as armas que, esperançosamente, um dia viremos a contemplar numa sala do Museu de Marinha. A não ser, claro, que a Amnistia Internacional ou outra organização filantrópica qualquer, venha a reclamar a sua devolução, sabe-se lá se acompanhada por uma indemnização. Já estamos também a ver o Bloco de Esquerda a clamar contra a medida, já que não só a culpa do sucedido é da sociedade como também por as armas apresadas serem as ferramentas que garante o sustento aos desvalidos.
Arriscar à toa?
Não se entende como se pode enviar cidadãos militares arriscar as vidas em missões ao serviço do Estado – embora de interesse nacional duvidoso – sem legislação que os proteja e regras de empenhamento claras e assumidas. Não se entende a seguir, como se podem aprisionar uns cidadãos armados em alto mar se não existe legislação que o permita; não se entende também, como sendo uma missão da NATO, esta organização não tenha o assunto estudado e a questão tenha de ser posta a Lisboa, que entretanto tinha feito o TOA (transfer of comand – transferência de comando) da nossa fragata para aquela organização; não se entende também porque não se entrega os prisioneiros directamente aos Tribunais Penais Internacionais (afinal para que servem?); e porque é que a ONU não criminaliza a pirataria e não tipifica os diferentes crimes.
E que poderá acontecer a um militar nosso que se veja na contingência de abater um “pirata”? E se for o militar a morrer? Morreu para quê? Pede-se responsabilidades a quem? E porque terá de haver tantos pruridos legais, numa zona onde impera a lei da selva e não existem convénios aceites pelas partes?
Porque é que, pura e simplesmente, não se avisa os “amigos do alheio” que se forem apanhados serão “lançados à água”? Oh grande D. João, o segundo, fazes cá muita falta!
Os militares portugueses já estão habituados às constantes trapalhadas e dilações de tesouraria com que o governo financia estas operações e às deficiências em armamento e equipamento. Agora isto?
Lamentavelmente, a grande maioria dos políticos que pululam pelo mundo viraram cretinos e esféricos. Não têm ponta por onde se lhes pegue.
João José Brandão Ferreira
Tenente-coronel Piloto-aviador (reformado)
in Diabo
16 de Junho de 2009


