Só há duas coisa infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas quanto à primeira não tenho a certeza! Albert Einstein
terça-feira, julho 24, 2007
97 - Justiça
(…) Num despacho datado de segunda-feira e divulgado hoje, a Maria de Lurdes Rodrigues defende que "a aplicação de uma sanção disciplinar poderia configurar uma limitação do direito de opinião e de crítica política, naturalmente inaceitável" numa sociedade democrática, uma vez que as declarações de Charrua não visavam um superior hierárquico directo", mas o primeiro-ministro, José Sócrates. (…)
JPB/Lusa
96 - Urgência Mundial
segunda-feira, julho 23, 2007
95 - Eficiência
(…) Resultados de uma pesquisa publicada pela Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound) revelam que existem grandes diferenças entre os Estados-membros em relação ao número total de dias de folga oferecidos aos respectivos trabalhadores, à duração da semana de trabalho e às horas anuais trabalhadas.
O documento intitulado «Working time developments – 2006», elaborado pelo Observatório Europeu das Relações Laborais (EIRO) da Eurofound, revela que a diferença na atribuição de dias de folga na União Europeia levou a que, em alguns países, no ano passado, se tenha trabalhado mais três semanas e meia do que noutros Estados-membros.
O estudo adianta, por exemplo, que os trabalhadores da Suécia têm 43 dias anuais de férias e feriados, enquanto os trabalhadores da Estónia dispõem apenas de 26 dias.
A investigação salienta ainda que a duração da semana de trabalho e as horas anuais trabalhadas também variam muito de país para país, sendo que os trabalhadores dos 12 novos Estados-Membros trabalham, em média, duas semanas e meia mais por ano do que os da antiga UE-15, de que faz parte Portugal.
Assim, em média, os trabalhadores portugueses, austríacos, belgas, dinamarqueses, finlandeses, franceses, alemães, gregos, irlandeses, italianos, luxemburgueses, holandeses espanhóis, suecos e ingleses têm, em média, 35,6 dias de férias e feriados, enquanto os trabalhadores dos 12 novos Estados-membros apenas dispõem de 31,3 dias (para a UE-27 como um todo, a média é de 33,7 dias), segundo o documento ao qual a Lusa teve acesso.
Depois da Suécia (43 dias), os países com maior número de férias são, segundo a Eurofound, a Alemanha (40), a Itália (39), o Luxemburgo e a Dinamarca (38), a Áustria (37) e Portugal (36,5).
Os países com a menor quantidade de folgas, depois da Estónia (26), são a Letónia (27 dias), a Hungria (28 dias) e a Irlanda, que, com apenas 29 dias de férias e feriados, está no último lugar da UE dos 15. (…)
(…) Entre os activos com mais carga laboral por semana em toda a Europa figuram assim, em primeiro lugar, os trabalhadores da Letónia, Hungria, Polónia, Roménia, Eslovénia, Lituânia, Grécia, Bulgária, Malta (todos com 40 horas semanais), seguidos dos irlandeses e luxemburgueses (39), eslovacos, austríacos (38,8), espanhóis (38,5) e portugueses, que trabalham 38,2 horas por semana, segundo o Eurofound.
Os países onde se trabalham menos horas por semana e por ano são a França, a Suécia, a Dinamarca e a Alemanha, indica o estudo, que salienta o facto da média anual de horas trabalhadas na Estónia (1.872) ser superior em 304 horas à média registada em França (1.568) – «uma diferença que equivale a cerca de 7,6 semanas de trabalho na Estónia». (…)
(…) Com uma média anual de 1.707 horas trabalhadas, Portugal surge no meio desta tabela.
Diário Digital / Lusa
23-07-2007 16:01:02
Em conclusão: nos países mais desenvolvidos da UE os trabalhadores têm mais dias de férias, gozam mais dias de folga e trabalham menos horas semanais.
O documento intitulado «Working time developments – 2006», elaborado pelo Observatório Europeu das Relações Laborais (EIRO) da Eurofound, revela que a diferença na atribuição de dias de folga na União Europeia levou a que, em alguns países, no ano passado, se tenha trabalhado mais três semanas e meia do que noutros Estados-membros.
O estudo adianta, por exemplo, que os trabalhadores da Suécia têm 43 dias anuais de férias e feriados, enquanto os trabalhadores da Estónia dispõem apenas de 26 dias.
A investigação salienta ainda que a duração da semana de trabalho e as horas anuais trabalhadas também variam muito de país para país, sendo que os trabalhadores dos 12 novos Estados-Membros trabalham, em média, duas semanas e meia mais por ano do que os da antiga UE-15, de que faz parte Portugal.
Assim, em média, os trabalhadores portugueses, austríacos, belgas, dinamarqueses, finlandeses, franceses, alemães, gregos, irlandeses, italianos, luxemburgueses, holandeses espanhóis, suecos e ingleses têm, em média, 35,6 dias de férias e feriados, enquanto os trabalhadores dos 12 novos Estados-membros apenas dispõem de 31,3 dias (para a UE-27 como um todo, a média é de 33,7 dias), segundo o documento ao qual a Lusa teve acesso.
Depois da Suécia (43 dias), os países com maior número de férias são, segundo a Eurofound, a Alemanha (40), a Itália (39), o Luxemburgo e a Dinamarca (38), a Áustria (37) e Portugal (36,5).
Os países com a menor quantidade de folgas, depois da Estónia (26), são a Letónia (27 dias), a Hungria (28 dias) e a Irlanda, que, com apenas 29 dias de férias e feriados, está no último lugar da UE dos 15. (…)
(…) Entre os activos com mais carga laboral por semana em toda a Europa figuram assim, em primeiro lugar, os trabalhadores da Letónia, Hungria, Polónia, Roménia, Eslovénia, Lituânia, Grécia, Bulgária, Malta (todos com 40 horas semanais), seguidos dos irlandeses e luxemburgueses (39), eslovacos, austríacos (38,8), espanhóis (38,5) e portugueses, que trabalham 38,2 horas por semana, segundo o Eurofound.
Os países onde se trabalham menos horas por semana e por ano são a França, a Suécia, a Dinamarca e a Alemanha, indica o estudo, que salienta o facto da média anual de horas trabalhadas na Estónia (1.872) ser superior em 304 horas à média registada em França (1.568) – «uma diferença que equivale a cerca de 7,6 semanas de trabalho na Estónia». (…)
(…) Com uma média anual de 1.707 horas trabalhadas, Portugal surge no meio desta tabela.
Diário Digital / Lusa
23-07-2007 16:01:02
Em conclusão: nos países mais desenvolvidos da UE os trabalhadores têm mais dias de férias, gozam mais dias de folga e trabalham menos horas semanais.
Será que os Quatro Ursos já leram este relatório?
sábado, julho 21, 2007
94 - Quatro Ursos
Resposta às confederações patronaisGoverno não irá permitir despedimentos por "razões políticas ou ideológicas"
20.07.2007 - 16h30 Lusa, PUBLICO.PT
José Sócrates disse hoje, no Parlamento, que o Governo “não está disponível para rever a Constituição e muito menos para que se permitam despedimentos por razões políticas ou ideológicas”, numa reacção às propostas das confederações patronais que, no entanto, já negaram ter defendido esse tipo de medidas.
Poder-se-ia alterar a Constituição e, mais ainda, dever-se-ia acabar com o “Direito do Trabalho” e com os “Direitos Humanos”. Aí sim, o país teria as condições ideais para evoluir economicamente 9,5% ao ano, como a China. Só alguém tão retrógrado e preguiçoso, como são os trabalhadores e os sindicalistas portugueses, não vêm o benefício destas “brilhantes intenções”.
É evidente que se devia “modificar” a constituição – a constituição física dos mentores deste tipo de ideias!
sexta-feira, julho 20, 2007
93 - Anjos e Demónios
Hoje, no debate “O Estado da Nação” ocorrido na Assembleia da República, sua excelência o senhor primeiro-ministro (PM) do país anunciou algumas boas medidas a tomar pelo governo, como por exemplo o apoio à natalidade e às famílias e a recusa de revisão constitucional de forma a permitir o despedimento sem justa causa por motivos políticos e ideológicos, como supostamente pretendiam 4 confederações patronais.Por outro lado, quando confrontado com acusações de autoritarismo por parte do governo, o primeiro-ministro voltou a garantir que nenhum cidadão português pode ser penalizado por manifestar a sua opinião e que no caso dos militares, nunca houve nenhuma ordem do primeiro-ministro nem do ministro da defesa nacional, para se captarem imagens dos militares que “passearam” fardados no Rossio no dia 23 de Novembro de 2006.
Eu não vou efectuar juízo de valor em relação a estas afirmações do senhor primeiro-ministro mas factos são factos e o que é realmente verdade é que essas fotografias existem, serviram como prova de acusação e não foram entregues aos advogados de defesa dos militares acusados. A par deste facto, apareceu um documento interministerial em que se referiam as “malfadadas” fotografias e esse documento chegou ao conhecimento dos deputados da AR e serviu de base para uma “queixa-crime” de um militar contra o ministério da defesa nacional (MDN).
Existe também a hipótese de realmente o SIS (Serviço de Informações e Segurança) e/ou o SIED (Serviço de Informações Estratégicas da Defesa) terem actuado autonomamente, sem autorização do PM e do MDN, o que torna a situação muito mais grave!
Nota: Quase todos os “posts” deste blogue estão relacionados com notícias publicadas na comunicação social. Essa hiper ligação está no título de cada publicação.
quinta-feira, julho 19, 2007
92 - British Noé?
Resultados publicados na revista “Nature”Investigação diz que inundação catastrófica estará na origem do Canal da Mancha
18.07.2007 - 23h06 AFP
A Grã-Bretanha separou-se da Europa continental há centenas de milhares de anos depois de uma inundação catastrófica devido ao desmoronar de uma barragem natural que retinha um lago de montanha, segundo uma investigação, cujos resultados foram publicados nesta edição da revista “Nature”.
Seria Noé Britânico?
91 - Regresso aos anos 60
O número de trabalhadores portugueses em Espanha continua a aumentar e em Junho já havia mais de 79 mil registados no sistema da Segurança Social espanhola, consolidando-se assim como a segunda maior comunidade da União Europeia. (…)
(…) Este grupo de portugueses representa 12% do total de imigrantes oriundos da União Europeia (UE), que no final de Junho ascendia a 659 mil, e é o segundo maior depois da Roménia (199 mil trabalhadores registados).
segunda-feira, julho 16, 2007
90 - Paradoxos
Portugal está no grupo de países com piores gestores, diz o Diário Económico esta segunda-feira citando um estudo realizado pela Mckinsey junto de quatro mil empresas, nos EUA, Ásia e Europa.
As empresas nacionais ficam sempre nos últimos lugares das tabelas classificativas quando comparada a qualidade da gestão entre empresas multinacionais e empresas domésticas, Portugal é dos que apresenta uma maior divergência. Este estudo, adianta o jornal, «ajuda a justificar a fraca competitividade da economia nacional e as dificuldades de crescimento verificadas nos últimos anos».
Evidentemente que não serão todos maus, mas é necessário e urgente mudar de mentalidade nesta área e aumentar a formação dos gestores em Portugal.
Curiosamente, os gestores portugueses são dos mais bem remunerados do mundo!
sexta-feira, julho 13, 2007
89 - O Caça-cartões
No jogo Chile - Portugal nos oitavos de Final do Mundial Sub-20, o português Zéquinha (camisa 9) rouba o cartão vermelho do árbitro que ia expulsar o seu companheiro Mano (camisa 18) e acaba expulso também.SAPO Vídeos
O problema é que eles estão habituados a não terem disciplina, nem em casa, nem na escola. Na selecção replicam esses comportamentos!
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