terça-feira, maio 29, 2007

61 - Darfur

Travar o genocídio no Darfur
EUA anunciam novas sanções económicas contra o Sudão

Os Estados Unidos decidiram renovar as sanções económicas ao Sudão. Quer ao governo, quer às empresas. O Presidente norte-americano, George W. Bush, diz que pretende, desta forma, travar o genocídio em marcha no Darfur. O território vive hoje a pior crise humanitária de todo o planeta: centenas de pessoas morrem todos os dias, vítimas da fome e da doença.

Até que enfim que tenho motivo para felicitar a administração Bush!

60 - Justiça

STJ esclarece acórdão sobre abuso sexual de menores

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) esclareceu esta terça-feira que o acórdão que reduziu a condenação num crime de abuso sexual de menores teve em conta «valores subjacentes à protecção penal, designadamente a idade e desenvolvimento do menor».

Não querendo “meter a foice em seara alheia”, nem pôr minimamente em causa o acórdão do STJ, fica a sensação de que por vezes a justiça “tem razões que a razão desconhece”.

59 - O "Lado Bom da Força"

Comissão de Protecção de Dados proíbe divulgação de listagem de grevistas

A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) decidiu esta segunda-feira "proibir qualquer tratamento autónomo de dados pessoais, relativos aos trabalhadores aderentes a greves, por considerar ser um procedimento discriminatório".

Mais um revés para o “Lado Negro da Força”.
Que a “Força” continue com a CNPD.

segunda-feira, maio 28, 2007

58 - Exemplo Nipónico

Ministro da Agricultura japonês suicidou-se após escândalo financeiro

O ministro japonês da Agricultura, Toshikatsu Matsuoka, enforcou-se no seu apartamento de Tóquio, após ter sido envolvido num escândalo financeiro, avança a agência de notícias Kyodo.
Publico.pt 28.05.2007 - 12h43

Mas que grandes “totós”, estes políticos japoneses!

sexta-feira, maio 25, 2007

57 - Todos Iguais Todos Diferentes

Militares dizem que são discriminados em missões no estrangeiro

Os oficiais queixam-se de que os funcionários do Ministério das Finanças em missões de cooperação exteriores passarão a ter regalias superiores aos militares. E vão queixar-se ao ministro.
A associação que representa os oficiais dos três ramos das Forças Armadas diz que os militares estão a ser discriminados – e vai queixar-se ao Ministério da Defesa.
Em causa está o novo regime remuneratório e de condições de trabalho em acções de cooperação técnica no estrangeiro dos elementos do Ministério das Finanças e da Administração Pública, que é superior ao, dos militares.
"O problema não são eles.
Eles estão bem, nós é que estamos mal", diz o presidente da Associação dos Oficiais das Forças Armadas (AOFA), coronel Alpedrinha Pires. "O nosso sistema discrimina-nos em relação ao que está a ser implantado", afirma ao 24horas.
Como tal, vão expor a situação ao ministro Nuno Severiano Teixeira para "ponderar, de imediato, a reposição da equidade". "É uma falta de atenção do Governo para com os militares que é preocupante", explica Alpedrinha Pires. "Só temos ficado iguais no que respeita a perder direitos. Tem havido uma degradação do estatuto social dos militares", afirma.
Os militares vão também pedir ao Governo que exista um regulamento global para as missões no estrangeiro. "Vamos propor ao Governo um estatuto global para as missões no estrangeiro que integre todos os corpos do Estado", revela o presidente da AOFA.
De acordo com a associação, os militares são discriminados em relação aos subsídios de missão, viagens, seguros, transportes no local da missão e apoio à família em comparação com os elementos do Ministério das Finanças e Administração Pública. Aliás, ainda segundo a AOFA, os militares em missão no estrangeiro têm recebido o suplemento de missão com um atraso médio de três meses.

O que os militares dizem perder.

Subsídio de Missão:
Militares – Suplemento com valor entre 65 e 70% do valor de ajudas de custo no estrangeiro (entre 1900 e 3000 euros mensais).
Funcionários do Ministério das Finanças – Ajudas de custo no estrangeiro, mais 60 a 80 euros por dia para missões de curta duração (menos de 90 dias). Subsídio complementar entre 3000 e 4000 euros mais 500 euros de subsídio de embarque para missões de longa duração.
Viagens:
Militares -Viagem de ida e volta no início e fim de missão.
Funcionários do MF – Viagem de ida e volta no início e fim de missão e de ida e volta por cada 6 meses de actividade para períodos iguais e superiores a 11 meses.
Apoio à família:
Militares – Não têm.
Funcionários do MF – Pagamento de viagens ida e volta aos familiares, no início e fim de missão superior a um ano.
in 24 Horas
24 de Maio de 2007
E qual a dúvida? O militar existe para executar as ordens (até com o sacrifício da própria vida) emanadas pelo poder político e contentar-se com o que o Estado lhe puder pagar.
E não refila!

quarta-feira, maio 23, 2007

56 - O Seixal segundo Mário Lino


“Na Margem Sul não há cidades, não há gente, não há hospitais, nem hotéis nem comércio”, discursou o governante
Nem sei o que dizer disto!

55 - Miséria




Violência doméstica matou 39 mulheres

O relatório da Amnistia Internacional (AI) de 2007 conclui que a violência doméstica matou pelo menos 39 mulheres em Portugal no ano passado. A AI refere que a "falta de denúncia prejudicou a aplicação da justiça em casos individuais", tal como sucedeu com os "esforços para combater a violência doméstica na sociedade.

Estamos a falar de Portugal, um país desenvolvido.


segunda-feira, maio 21, 2007

53 - The Dark Side

Professor de Inglês suspenso de funções por ter comentado licenciatura de Sócrates

Um professor de Inglês, que trabalhava há quase 20 anos na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), foi suspenso de funções por ter feito um comentário – que a directora regional, Margarida Moreira, apelida de insulto – à licenciatura do primeiro-ministro, José Sócrates.

O “Lado Negro da Força” anda por aí!

quinta-feira, maio 17, 2007

52 - Sucesso Científico Nacional - Graduated Abroad, of Course

Investigadoras portuguesas esclarecem mistério biológico com mais de um século

Quase todas as células humanas têm uma espécie de torre de controlo, como nos aeroportos. Pouco antes de se dividirem, têm de fazer uma segunda torre de controlo para a nova célula. Até agora, pensava-se que a torre velha tinha de servir de molde para a nova. A equipa de Mónica Bettencourt Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciências, em Oeiras, descobriu que, afinal, essa construção faz-se a partir do nada — um avanço científico a publicar amanhã na revista “Science”, que pode dar pistas sobre o cancro e a infertilidade masculina.
Público 17.05.2007 – 19h18 Teresa Firmino


Sucesso igualmente para a Fundação Calouste Gulbenkian, que está a recrutar excelentes cientistas portugueses, apesar de se terem formado no estrangeiro!


Mónica Bettencourt Dias – University of Cambridge
http://www.gen.cam.ac.uk/Research/Glover/members/dias.html