domingo, junho 11, 2006

PORTUGAL - VIII



Demografia
População de Portugal (INE, Lisboa)
Ano Total Variação Ano Total Variação
1801 2.845.990 - 1940 7.722.152 13,1%
1849 3.411.454 19,9% 1950 8.510.240 10,2%
1864 4.188.419 22,8% 1960 8.851.240 4,0%
1890 5.049.729 20,5% 1970 8.648.369 -2,3%
1911 5.969.056 18,2% 1981 9.833.041 13,7%
1920 6.032.991 1,1% 1991 9.862.540 0,3%
1930 6.825.883 13,1% 2001 10.356.117 5,0%
Os Portugueses são de população europeia mediterrânica. Na sua origem está essencialmente uma mistura de tribos Celtas e Iberas (chamados Celtiberos, como os Lusitanos, os Calaicos ou Gallaeci e os Cónios, entre outras menos significativas. Outras influências importantes foram também os Romanos (a Língua portuguesa deriva do Latim), os Visigodos e os Suevos, todos os quais povoaram o que é hoje território português. Influências menores foram os Gregos e os Fenícios-Cartagineses (com pequenas feitorias comerciais costeiras semi-permanentes), os Vândalos (Silingos e Asdingos) e os Alanos (ambos expulsos ou parcialmente integrados pelos Visigodos) e os Mouros (predominantemente no sul). Com os Descobrimentos deu-se um grande afluxo de população africana à Capital do país, Lisboa, que se manteve durante os séculos seguintes.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (ine.pt), em 2004 Portugal teria uma população estimada em 10.529.525 indivíduos, uma subida de 0,52% face ao ano anterior, o que é um abrandamento quando comparado com os 0,64% de 2003. O último censo data de 2001. Estes valores representam uma densidade populacional de 107 pessoas por quilómetro quadrado, ou 277 por milha quadrada.
O afluxo de imigrantes é responsável por um crescimento de 0,45%, enquanto o crescimento natural (nascimentos menos os óbitos) correspondeu a um incremento de 0,07%.
Em 2004 os nascimentos diminuíram 2,9% face a 2003, enquanto os óbitos sofreram uma redução de 6,2%: Portugal registou 109.356 nascimentos em 2004, menos 3.233 face a 2003. O número de óbitos foi de 102.371, invertendo a tendência de subida registada nos três anos anteriores.
Idiomas
Ver artigos principais: língua portuguesa, língua mirandesa.
Portugal tem duas línguas oficiais. Utilizado pela totalidade da população é o português, a segunda língua de origem latina mais falada no mundo e uma das línguas de trabalho em diversas organizações internacionais. A língua portuguesa, que descende da língua galaico-portuguesa falada na Idade Média no noroeste peninsular, tem vários dialectos. A língua mirandesa tem origem no asturo-leonês e é reconhecida oficialmente desde 1999 e ensinada nas escolas do concelho de Miranda do Douro e de parte do concelho de Vimioso. O seu uso, no entanto, é bastante restrito, estando em curso acções que garantam os direitos linguísticos à sua comunidade falante.

PORTUGAL - VII



Economia
O crescimento económico português esteve acima da média da União Europeia na maior parte da década de 1990 mas encontra-se agora abaixo da média dos 25 estados-membros. O PIB per capita ronda os 76% da média da região. O PIB português cresceu 1% em termos reais em 2004 e espera-se que cresca 1,8% (FMI) em 2005. No último trimestre de 2004, a taxa de desemprego era de 7,1%, abaixo da média europeia. Em 2006 Portugal surge no 33º lugar no ranking mundial.
Desde 1985, o país entrou num processo de modernização num ambiente bastante estável (1985 até à actualidade) e juntou-se à Comunidade Económica Europeia em 1986. Os sucessivos governos fizeram várias reformas, privatizaram muitas empresas controladas pelo Estado e liberalizaram áreas-chave da economia, incluindo os sectores das telecomunicações e financeiros. Portugal desenvolveu uma economia crescentemente baseada em serviços e foi um dos onze membros fundadores do Euro em 1999, com critérios muito restritos. Começou a circular a sua nova moeda a 1 de Janeiro de 2002 com 11 outros estados membros da UE.
Com o recurso a fundos da União Europeia, o país fez nas duas últimas décadas investimentos avultados em infra-estruturas, dispondo hoje de uma rede extensa de auto-estradas e beneficiando em geral de boas acessibilidades rodoviárias e ferroviárias.
Com um passado predominantemente agrícola, actualmente a estrutura da economia baseia-se nos serviços e na indústria, que representam 67,8% e 28,2% do VAB (Fonte: INE, 2004).
As oliveiras (4000 km²), os vinhedos (3750 km²), o trigo (3000 km²) e o milho (2680 km²) são produzidos em áreas bastante vastas. Os vinhos e azeites portugueses são bastante apreciados devido à sua qualidade. Também, Portugal é produtor de fruta de qualidade, nomeadamente as laranjas algarvias e a pêra rocha da região Oeste. Outras produções são de horticultura ou floricultura, como a beterraba doce, óleo de girassol e tabaco.
Os recursos naturais, tais como os bosques que cobrem cerca de 34% do país, principalmente pinheiros (13500 km²), sobreiros (6800 km²), azinheiras (5340 km²) e eucaliptos (2430 km²). A cortiça tem uma produção bastante significativa: Portugal produz metade da cortiça produzida no mundo. Recursos minerais significativos são o volfrâmio, o estanho e o urânio.
As maiores indústrias transformadoras são os têxteis, calçado, cabedal, mobiliário, mármores, cerâmica (de destacar a Vista Alegre) e a cortiça. As indústrias modernas desenvolveram-se significativamente: refinarias de petróleo, petroquímica, produção de cimento, indústrias do automóvel e navais, indústrias eléctricas e electrónicas, maquinaria e indústrias do papel. Portugal tem um complexo de indústrias petroquímicas em Sines, dotado de um porto. A indústria automóvel localiza-se em Palmela (a maior infra-estrutura é a Autoeuropa), Setúbal, Porto, Aveiro, Braga, Santarém e Azambuja.
O balanço comercial português é negativo. O país compra principalmente dentro da União Europeia: Espanha, Alemanha, França, Itália e Reino Unido. E, também, vende a maioria dos seus produtos dentro da União: Alemanha, Espanha e França são os parceiros principais.

PORTUGAL - VI



Geografia e Clima
Situado no extremo sudoeste da Europa, Portugal Continental faz fronteira apenas com um outro país, a Espanha. O território é dividido no continente pelo rio principal, o Tejo. Ao norte, a paisagem é montanhosa nas zonas do interior com planaltos, intercalados por áreas que permitem o desenvolvimento da agricultura. A sul, até ao Algarve, o relevo é caracterizado por planícies, sendo as serras esporádicas. Outros rios principais são o Douro, o Minho e o Guadiana, que tal como o Tejo nascem em Espanha. Outro rio importante, o Mondego, nasce na Serra da Estrela (as mais altas montanhas de Portugal Continental - 1991 m de altitude máxima). As ilhas dos Açores e Madeira são localizadas no rift médio do Oceano Atlântico; algumas das ilhas tiveram actividade vulcânica recente. Originalmente formada por duas ilhas, a Ilha de São Miguel foi unida por uma erupção vulcânica em 1563. O último vulcão a entrar em erupção foi o Vulcão dos Capelinhos em 1957, na parte ocidental da Ilha do Faial, aumentando a área dessa ilha. O Banco D. João de Castro é um grande vulcão submarino que se situa entre as ilhas Terceira e São Miguel e está 14 m abaixo da superfície do mar. Entrou em erupção em 1720 e formou uma ilha, que permaneceu acima da tona de água durante vários anos. Uma nova ilha poderá surgir num futuro não muito distante. O ponto mais alto de Portugal, é o Monte Pico na Ilha do Pico, um antigo vulcão que atinge 2351 m de altitude.
A costa portuguesa é extensa: tem 943 km em Portugal continental, 667 km nos Açores, 250 km na Madeira e nas Ilhas Selvagens. A costa formou belas praias, com variedade entre falésias e areais. Na Ilha de Porto Santo uma formação de dunas chama muitos turistas. Uma característica importante na costa portuguesa é a Ria de Aveiro, estuário do Rio Vouga, perto da cidade de Aveiro, com 45km de comprimento e um máximo de 11 km de largura, rica em peixe e aves marinhas. Existem quatro canais, e entre estes várias ilhas e ilhotas, e é onde quatro rios encontram o oceano. Com a formação de cordões litorais definiu-se uma laguna, vista como um dos elementos hidrográficos mais marcantes da costa portuguesa. Portugal possuiu uma das maiores zonas económicas exclusivas (ZEE) da Europa, cobrindo 1 727 408 km².
Em Portugal continental, as temperaturas médias anuais são 13ºC no norte e 18ºC no sul. As ilhas da Madeira e dos Açores, devido à sua localização no Atlântico, são mais húmidas e chuvosas, e com um intervalo de temperaturas menor. Normalmente, os meses da Primavera e Verão são ensolarados e as temperaturas são altas durante os meses secos de Julho e Agosto, com um máximo no centro do país entre 30ºC e 35ºC, mas geralmente mais altas no Alentejo. O Outono e o Inverno são tipicamente ventosos e chuvosos, mas os dias amenos e de sol não são raros, e as temperaturas só muito ocasionalmente descem abaixo dos 5ºC, ficando-se pelos 10ºC na maioria dos casos. A neve é comum nas áreas montanhosas do Norte, especialmente na Serra da Estrela. O clima português é classificado como Temperado Mediterrânico.
Principais Cidades
Lisboa (cerca de 550 000 habitantes - 2,6 milhões de habitantes na Grande Lisboa) é a capital desde o século XII, a maior cidade do país e principal pólo económico, detendo o principal porto marítimo e aeroporto portugueses. Outras cidades importantes são as do Porto, (cerca de 260 000 habitantes - 1,3 milhões no Grande Porto) a segunda maior cidade e porto marítimo, Aveiro, Braga (Cidade dos Arcebispos), Coimbra (cidade com a mais antiga universidade do país), Évora, Faro, Setúbal e Viseu. Na área metropolitana de Lisboa existem cidades com grande densidade populacional como Agualva-Cacém e Queluz (concelho de Sintra), Amadora, Almada, Seixal e Odivelas. Na área metropolitana do Porto as localidades mais povoadas são Vila Nova de Gaia, Maia e Matosinhos. Na região autónoma da Madeira a principal cidade é o Funchal. Nos Açores existem três cidades principais que correspondem a ex-capitais de distrito, sendo elas Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, Angra do Heroísmo na ilha da Terceira e Horta na ilha do Faial.

PORTUGAL - V



Divisão administrativa
As principais divisões administrativas de Portugal são, ainda, os 18 distritos no continente e as duas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira, que se subdividem em 308 concelhos e 4257 freguesias. Mas o país tem muitas outras formas de organização territorial. Veja subdivisões de Portugal para mais informações.
Distritos
Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Viseu e Vila Real
Regiões Autónomas
Açores, Madeira.

Política
Em Portugal existem quatro Órgãos de Soberania: o Presidente da República (chefe de estado), a Assembleia da República (poder legislativo) (Parlamento), o Governo (poder executivo) e os Tribunais (poder judicial). Vigora o sistema semi-presidencialista.
O Presidente da República é o Chefe de Estado e é eleito por sufrágio universal para um mandato de cinco anos, exercendo uma função tripla de fiscalização sobre a actividade do Governo, de comando como Comandante Supremo das Forças Armadas (Exército, Armada, Força Aérea, Guarda Nacional Republicana) e de representação formal do Estado português no exterior.
A Assembleia da República, que reúne em Lisboa, no Palácio de São Bento, é eleita para um mandato de quatro anos. Neste momento conta com 230 deputados, eleitos em 22 círculos plurinominais em listas de partidos.
O Governo é chefiado pelo Primeiro-Ministro, que é por regra o líder do partido mais votado em cada eleição legislativa e é convidado nessa forma pelo Presidente da República para formar Governo. É o Primeiro-Ministro quem nomeia os Ministros.
Os Tribunais administram a justiça em nome do povo, defendendo os direitos e interesses dos cidadãos, impedir a violação da legalidade democrática e dirimir os conflitos de interesses que ocorram entre diversas entidades.
Desde 1975, o panorama político português tem sido dominado por dois partidos: o Partido Socialista (PS) e o Partido Social-democrata (PSD). Estes partidos têm dividido as tarefas de governar e administrar a maioria das autarquias praticamente desde a instauração da democracia. No entanto, partidos como o Partido Comunista Português (PCP), que detém ainda a presidência de autarquias e uma grande influência junto do movimento sindical ou o Partido Popular (CDS-PP) (que já governou o país em coligação com o PS e com o PSD) são também importantes no xadrez político. Para além destes têm assento no Parlamento os residuais Bloco de Esquerda (BE) e Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV).

PORTUGAL - IV


Uma parte do seu território foi conhecida outrora pelo nome de Lusitânia; foi originalmente habitado por populações iberas de origem indo-europeia e por celtas, fez parte do Império Romano e foi posteriormente ocupado pelos Visigodos e mais tarde pelos Mouros. Independente desde 1139 (reconhecido pelo rei de Castela em 1143 e pelo Papa em 1179), Portugal é a mais antiga nação da Europa. A independência de Portugal seria assegurada dois séculos depois com a derrota dos castelhanos em Aljubarrota, em 1385, e colocada em causa na sequência de uma crise de sucessão, em 1580, que colocaria o Reino nas mãos dos Espanhóis (dinastia Filipina) sob a alçada de uma união política; seria por fim restaurada em 1640 e o trono entregue a D. João IV.
Avizinhando-se o final das conquistas terrestres aos Mouros, Portugal virou-se para o mar onde se tornou dominante; inspirados pelo infante D. Henrique, o Navegador, os seus navegadores descobriram caminhos marítimos para regiões da América, África e do Oriente tendo descoberto o caminho por mar, para a maioria dos países africanos; daí obteve grande supremacia económica, política e cultural nessa altura. No período de expansão, os Portugueses estabeleceram enclaves comerciais em lugares tão remotos como nas Molucas e na China, ao mesmo tempo que reclamavam para si o Brasil, situado no Novo Mundo, descoberto em 1500 por Pedro Álvares Cabral. Foi no Brasil que se refugiou a família real portuguesa quando os Franceses invadiram Portugal em 1807. O rei D. João VI regressaria a Portugal em 1821 e, no ano seguinte, o seu filho D. Pedro era proclamado imperador do Brasil independente.
Portugal foi uma monarquia até 1910, ano em que uma revolução em Lisboa obrigou o jovem rei D. Manuel II a abdicar. Após vários anos de instabilidade política, com lutas de trabalhadores, tumultos, levantamentos, assassínios políticos e crises financeiras, o Exército assumiu o Poder, em 1926. O regime militar nomeou ministro das Finanças o Dr. Oliveira Salazar, professor da Universidade de Coimbra, que pouco depois foi nomeado primeiro-ministro (1932). Ao mesmo tempo que restaurou as finanças, transformou o país numa "República Corporativa" de tendência fascizante, sob a sua ditadura pessoal. Em 1968, quando uma enfermidade mortal o afastou do Poder, sucedeu-lhe no governo da nação o Dr. Marcelo Caetano.
No entanto, o descontentamento civil alastrava tanto no continente como nas colónias, onde vários "movimentos de libertação" obrigaram Portugal a uma dispendiosa presença militar. Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola, o governo parecia determinado em continuar esta política. Com o seu livro Portugal e o Futuro, em que defendia a insustentabilidade de uma solução militar nas guerras do Ultramar, Spínola seria destituído, o que agravou o crescente mal-estar entre os jovens oficiais do Exército que no dia 25 Abril de 1974 desencadearam um golpe de estado que derrubaria o Governo, golpe de estado que ficou conhecido como o 25 de Abril, actualmente feriado nacional. Nos dois anos seguintes, o processo revolucionário foi vigiado e controlado pelo Movimento das Forças Armadas; não obstante, seria uma fase de grande instabilidade política, com seis governos provisórios, vários levantamentos com diferentes objectivos, a rápida liquidação do Império Colonial (consumada em 1975) e a progressiva neutralização das forças mais esquerdistas, até finalizar nas eleições de 1976. O seu vencedor seria o Partido Socialista, cujo líder, Mário Soares, tomou conta do governo, ao mesmo tempo que o general Ramalho Eanes era eleito Presidente da República.
Na actualidade é um dos membros da União Europeia (a sua adesão concretizou-se em 1986) e foi um dos 12 membros que integram a Zona Euro e cuja língua é uma das 20 línguas oficiais da União Europeia.

sábado, junho 10, 2006

PORTUGAL - III


Portugal (de nome oficial República Portuguesa) fica situado no sudoeste da Europa, na zona Ocidental da Península Ibérica, sendo o país mais ocidental da Europa, delimitado a Norte e a Leste pelo reino de Espanha e a Sul e Oeste pelo Oceano Atlântico. O território de Portugal compreende ainda os arquipélagos autónomos dos Açores e da Madeira, situados no hemisfério norte do Oceano Atlântico, completando uma área total de 92,391 km². O arquipélago da Madeira faz parte geologicamente do continente africano, assim como as ilhas açoreanas das Flores e do Corvo, situadas além da placa atlântica, são já geologicamente parte do continente americano. É portanto um país charneira entre estes três continentes, o que explica a riqueza dos seus vários climas, diversificados, num território continentalmente limitado. A fronteira terrestre de Portugal segue ocasionalmente o curso dos rios, embora na sua maior extensão não existam barreiras naturais. Esta fronteira, que remonta ao ano de 1297, é a mais antiga da Europa.

PORTUGAL II - Bandeira

Bandeira de Portugal

A bandeira de Portugal é um rectângulo com proporções 2:3, dividido verticalmente em verde (a 2/5 do comprimento) e vermelho (3/5). Quando desfraldada, a parte verde fica do lado do mastro, ou do lado esquerdo quando representada graficamente. Centrado na linha de separação entre o verde e o vermelho está o brasão de armas de Portugal, consistindo numa esfera armilar sobreposta pelo tradicional escudo português, que é de prata, com cinco escudetes de azul carregados de cinco besantes de prata e bordadura de vermelho, com sete castelos de ouro. A bandeira foi oficialmente adoptada a 30 de Junho de 1911, mas era já usada desde a revolução de 5 de Outubro de 1910.

PORTUGAL - 10 de Junho

Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas.
Até ao 25 de Abril de 1974 era conhecido como o Dia de Camões, Portugal e da Raça.

terça-feira, junho 06, 2006

O Estado da Nação - IV - Ironia económica

Portugueses compram mais carros de luxo.

A contenção económica chegou a Portugal mas não foi para todos. Numa altura em que a crise que se vive no país levou à queda das vendas de automóveis, Maio surge como campeão de vendas de carros de luxo. Cem automóveis das marcas mais caras que o mercado oferece foram comprados durante o mês de Maio pelos portugueses. As escolhas recaíram nas tradicionais marcas desportivas, Porsche e Maserati, mas incluem também outras, como a Aston Martin . . .

Eis um indicador de que o nosso país, está a caminhar a passos largos, para um modelo sócio-económico, em que predomina uma “classe média” forte, à semelhança dos países nórdicos, como por exemplo a Suécia!

segunda-feira, junho 05, 2006

FDS - Líderes do Século XX - II

LENINE - 1916

Vladímir Ilyitch Lenin (russo: Владимир Ильич Ленин), nome original Vladímir Ilyitch Uliânov (russo: Владимир Ильич Ульянов) (10 de abril/22 de abril de 1870, Simbirsk hoje: Ulyanovsk - 21 de janeiro de 1924, Gorki próximo de Moscou) foi um revolucionário russo, responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917, líder do Partido Comunista, e primeiro presidente do Conselho dos Comissários do Povo da União Soviética. Influenciou teoricamente os partidos comunistas de todo o mundo. Suas contribuições resultaram na criação de uma corrente teórica denominada Leninismo.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.