domingo, junho 04, 2006

FDS - Líderes do Século XX

Manuel de Arriaga - 1911
Professor liceal, escritor e político, de seu nome completo Manuel José de Arriaga Brum da Silveira, nascido em 1840. Desde jovem empenhado na propaganda republicana, professor liceal, poeta e escritor, notabilizou-se como advogado na defesa de correligionários processados pelas suas ideias ou actividades, fez parte do Directório do Partido Republicano (1891), foi deputado em duas legislaturas ainda durante a Monarquia (1882 e 1892) e foi eleito para as Constituintes de 1911. Em 1911, com o apoio parlamentar dos partidários de António José de Almeida e Brito Camacho, tornar-se-ia o primeiro Presidente da República constitucionalmente eleito. No entanto, a sua política conciliadora, baseada em propósitos de defesa da honra nacional e na concórdia de toda a família portuguesa, colidiu com as tendências golpistas sempre presentes na política do novo regime. Em 1915, a crise desencadeada pelo golpe de Pimenta de Castro, que envolve a dissolução do Parlamento, leva-o a atitudes contraditórias com as leis da República. O Parlamento declara-o fora da lei e Manuel de Arriaga demite-se, após o que se retira da actividade política, vindo a morrer em 1917.
© 2004 Porto Editora, Lda.

Casos de Sucesso Nacionais - XXXVI - Telma Monteiro

Judo: Telma Monteiro é a nova campeã da Europa
A portuguesa Telma Monteiro é a nova campeã da Europa de Judo, na categoria de -52 quilos. A judoca lusa, de apenas 20 anos, conseguiu a proeza nos campeonatos de Tampere, na Finlândia, após derrotar na final a romena Ioana-Maria Aluas Dinea, por "ippon".
Parabéns à campeã portuguesa!

sábado, junho 03, 2006

FDS - Imagens do Século XXI - III

Maio de 2006

Crise em Díli, Timor-leste, após não se sabe bem o quê.
Daily Telegraph News

FDS - Imagens do Século XX - LXV

Setembro de 1999

Crise em Díli, Timor-leste, após a obtenção de independência sobre a Indonésia.
© Stephen Dupont
Contact Press Images

FDS - Imagens do Século XX - LXIV

Novembro de 1984

Refugiada da Fome, no Campo Mekele, Tigray, Etiópia.
© David Burnett
Contact Press Images

FDS - Imagens do Século XX - LXIII

Novembro de 1984

Refugiados da Fome, no Campo Korem, em Wollo, Etiópia.
© David Burnett
Contact Press Images

sexta-feira, junho 02, 2006

IRONIAS - LXII - Excedentários

Função Pública: excedentários vão poder trabalhar no privado.

O novo sistema que rege o quadro de excedentários do Estado, aprovado na última quinta-feira em conselho de ministros, apresenta como principal novidade o facto de qualquer funcionário público colocado nessa condição poder acumular o vencimento-base do Estado, reduzido a 2/3, com uma actividade remunerada no sector privado.

Então, mas não é já o que se passa com os políticos?
Resposta: É, mas não é reduzido o vencimento. “Sacam 100% do Estado, mais o que conseguirem do Privado.
Salvador Dixit!

O Estado da Nação - III - Vendas

Portugal vende caças F-16 e fragatas

O Governo vai colocar à venda nos próximos anos equipamento das Forças Armadas, entre o qual 12 dos actuais 40 caças F-16 e duas fragatas da Marinha, esperando arrecadar 290 milhões de euros com a alienação.
visaoonline 1 Jun. 2006

Uma boa medida adoptada pelo governo – vender a “sucata”. Sim, porque exceptuando 12 aviões F-16, o resto é sucata.
Mas porquê vender os recentemente adquiridos aviões? Porque a conjuntura mundial mudou e as ameaças são de outro tipo - disse o Ministro.
A verdade é que por vezes se compram coisas a mais, sem necessidade para o país, mas que são essenciais e fundamentais para os bolsos de muita gente. Estou farto de “pregar aos peixes” – Auditem as Forças Armadas!
PS: Se não voltar nos próximos dias, fui preso.

quinta-feira, junho 01, 2006

Assim vai o Mundo - Bandeiras - China

Vermelho – Menores de 14 anos que Trabalham.
Amarelo – Menores de 14 anos que Estudam.

A Revista Grande Reportagem, é uma revista de “Hard Journalism”, tipo a “Time”.
A ideia era passar o conceito de que a Revista oferecia jornalismo profundo nos assuntos que de real importância no mundo actual.
Foi aí que chegamos no conceito “Meet the World”.
A partir daí começamos a pesquisar factos relevantes, globais e actuais e aí surgiu a ideia de dar novos significados as cores das bandeiras.
Os dados usados são todos reais e foram tirados de sites da Amnistia Internacional e da ONU.
A campanha está em veiculação desde Janeiro em Portugal. São oito bandeiras que retratam temas bastante actuais, como a divisão de opiniões sobre a guerra do Iraque nos EUA, a violência contra a mulher na África, a desigualdade social no Brasil, o tráfico de drogas na Colômbia, o HIV e a malária em Angola e etc...
Com relação ao e-mail que apresenta a campanha como trabalho de um diplomata norueguês, essa informação é completamente falsa. Não existe nenhum diplomata norueguês chamado Charung Gollar, não aconteceu nenhuma apresentação na ONU e a campanha não chama O Poder das Estrelas. Isso tudo foi inventado e rodou o mundo via e-mail.

É basicamente isso.
ICARO DORIA
Campanha Bandeiras

Agência: FCB Portugal
Produto: Revista Grande Reportagem
Anunciante: Revista Grande Reportagem
Director Criativo: Luís Silva Dias
Redactor: Icaro Doria
Director de Arte: João Roque
Executivo de Contas: Andrea Vallenti
Ilustrador: João Roque
http://www.brazilianartists.net/home/flags/index2.htm

O Estado da Nação - II - Embuste Educacional

Mas, é o país todo que necessita de qualificação e a sério, não como se processa actualmente através do IEFP e Centros de Formação adjudicados: No Centro em que sou formador, existem cerca de 180 formandos, divididos por 11 turmas, num curso de 3 anos que atribui diploma de Técnico de Electricidade com equivalência ao 12º ano. Estes formandos estão na faixa etária de 20-25 anos, não pagam o curso e ainda recebem bolsa de formação no valor de 250€ mensais. A grande maioria destes alunos, apesar desta oportunidade dada pelo erário nacional, não se esforça o mínimo para aprender a matéria (não sabem por ex. efectuar uma divisão de 423 por 2 sem calculadora) e o mais irónico é que é quase impossível reprovar os “meninos” – porque senão o Centro não recebe a quota de subsídio correspondente. E nos contactos que tenho com colegas de outros sistemas de ensino, confirmam-me o estado da situação.
Assim anda este sistema (entre vários), em que ficticiamente se formam ou qualificam as pessoas deste país e nos enganamos todos, aplicando mal o dinheiro público.