domingo, abril 16, 2006

Folore

A lenda do folar da Páscoa é tão antiga que se desconhece a sua data de origem. Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.
Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.
Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe. No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante. Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.
Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, o afilhado costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de baptismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar.
© 2004 Porto Editora, Lda.

Pesach

A Páscoa é a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação que terá ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano canónico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes.
A data é também uma importante data para os judeus (com o nome de Pesach, significando passagem), comemorando a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egipto, conduzidos por Moisés e passando pelo Mar Vermelho. A palavra Páscoa advém, exactamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do Inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egipto para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir. A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “seder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, abril 15, 2006

EOSTRE

Eostre ou Easter era, na mitologia germânica, a deusa da fertilidade e do renascimento. Lebres e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade a ela associados.
De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês), que se misturou e foi absorvida pelas comemorações judaico-cristãs.
Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março.
Eostre, que significa “a Deusa da Aurora”.
É uma Deusa anglo-saxã, teutónica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento.
Ela deu nome ao Sabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.
Posteriormente, a igreja católica acabou por associar sua Páscoa às festividades pagãs de Ostara e absorveu muitos de seus costumes, inclusive os ovos e coelhinho da Páscoa. Podemos perceber isso pelo próprio nome da Páscoa em inglês, Easter, muito semelhante a Eostre.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Coelhinho da Páscoa

O “Coelhinho da Páscoa” foi exportado para a América por imigrantes alemães em 1699. A festa tradicional da Páscoa associa a imagem do coelho a um símbolo de fertilidade. No antigo Egipto, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. O mais importante é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertilidade que os coelhos possuem. Eles geram grandes ninhadas. São notáveis por sua capacidade de reprodução. Pois a Páscoa é reprodução, renascimento, vida nova, portando o coelho simboliza fidedignamente esta realidade.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, abril 14, 2006

Maria Madalena

Santa Maria Madalena
Francisco Venegas
c. 1590, óleo sobre tela
207 x 134 cm
Igreja da Graça
Lisboa, Portugal
Maria Madalena, que significa, provavelmente, "Maria de Magdala," uma localidade na costa ocidental do Lago de Tiberíades, é referida nos evangelhos (canónicos e apócrifos) como sendo uma seguidora de Jesus Cristo. Nada se sabe sobre ela, para além do que aparece nestes evangelhos. É festejada no dia 22 de Julho.
A tradição, sem qualquer fundamento bíblico, considera-a, muitas vezes, como a prostituta que, vivendo à mercê dos homens, pede perdão pelos seus pecados a Cristo. Este episódio é frequentemente identificado com o excerto do Evangelho de Lucas 7:36-50, ainda que aí não seja referido o nome da mulher em causa.
Esposa de Jesus?
Alguns escritores contemporâneos, principalmente os autores do livro de 1982, que em Portugal se intitulou O Sangue de Cristo e o Santo Graal,(Holy Blood, Holy Grail) e Dan Brown no romance O Código Da Vinci (2003), defendem que:
Maria Madalena era, de facto, mulher de Jesus Cristo, e que
Esse facto foi escondido por revisionistas cristãos paulinos que teriam alterado os evangelhos.
(...)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

SINAIS - VII - Contributos para um mundo melhor


Aliados distanciam-se das denúncias de irregularidades feitas por Berlusconi.

Parabéns ao povo italiano pela escolha!

quinta-feira, abril 13, 2006

Contagem Decrescente - 4


Irão reafirma que não vai suspender enriquecimento de urânio.

Cenas de um Equívoco com 800 e tal anos (também conhecido como Portugal) - VIII - "Gazeta Parlamentar"

Quarenta por cento da maioria socialista, 49 dos 121 deputados, e dois terços da bancada do PSD, 50 num total de 75, faltaram às votações de ontem no Parlamento, que não se realizaram por falta de quórum.
Mas todos assinaram o Livro de Ponto.
Bons exemplos!

quarta-feira, abril 12, 2006

Cenas de um Equívoco com 800 e tal anos (também conhecido como Portugal) - VII - (Notícias do Planeta ZOG)


O Supremo Tribunal de Justiça considerou como "lícito" e "aceitável" o comportamento da responsável de um lar de crianças com deficiências mentais, acusada de maus tratos a vários menores.
O Ministério Público recorreu, mas não lhe foi dada razão. O Supremo disse, aliás, que fechar crianças em quartos é um castigo normal de um "bom pai de família". E que as estaladas e as palmadas, se não forem dadas, até podem configurar "negligência educacional".
Os membros do STJ têm urgentemente de ser observados por especialistas de Psiquiatria.
E se recusarem, é metê-los num Quarto Escuro!

segunda-feira, abril 10, 2006

IRONIAS - XLII - Cristo, o Traidor

Ontem o National Geographic Channel exibiu ao mundo, a tradução e análise de um manuscrito com mais de 1700 anos, intitulado de Evangelho de Judas.
Um excelente trabalho da National Geographic Society em que, segundo este evangelho, Judas apenas cumpriu uma ordem de Jesus.
Ficou a sensação de que Judas foi traído por um plano previamente elaborado por Jesus.